[Cotidiano] O meu atrapalhado relacionamento com a dança

By 19:48 , , , ,




Depois de muito matutar, achei que já era chegada a hora de eu comentar sobre as minhas aulas de jazz dance no qual estou frequentando desde agosto de 2016. Depois de anos de sedentarismo e mais tempo sentada em cadeiras de sala de aula do que fazendo qualquer exercício físico, no ano passado decidi que já era hora de exercitar o corpo. 

Contudo, como muitas pessoas nunca gostei do ambiente de academia, então resolvi que praticar e estudar um estilo de dança eu me daria melhor. Por muito tempo fiquei na dúvida entre o balé ou o jazz, pois apesar de ambos terem muitas semelhanças, há muitas diferenças também, principalmente na intenção da dança.

Lembro que quando eu era criança tive a oportunidade de aprender um pouco de balé, mas acabei deixando passar por um motivo que até hoje eu não sei - talvez fosse o medo da coisa que, para a minha cabecinha, era muito difícil. Anos depois, concluí que realmente balé assim como jazz são difíceis, mas não são algo do outro mundo.

Acabei optando pelo segundo em especial por não ser muito "rígido" como o balé, mesmo com as dificuldades dos passos de cada ritmo, no qual o jazz sofre a influência da dança contemporânea. Vamos dizer que já completei seis meses de aulas e ainda sim sofro um pouco para conseguir reproduzir as coreografias e cheguei a conclusão que tenho problemas com direita e esquerda...

Já paguei alguns micos, já levei uns tombos, errei passos e deixe o coitado do meu professor de cabelo em pé. Não vou negar que pensei várias vezes que eu estava doida, que aquilo não era para mim e que era melhor eu desistir. No entanto, encontrei no jazz uma maravilhosa fonte de perseverança, crescimento pessoal e conhecimento das minhas limitações e daquilo que eu sou capaz de fazer, sendo asism resolvi continuar aos trancos e barrancos. 


O jazz dance tem uma característica que eu gosto bastante que é justamente uma soltura maior dos movimentos, estes um pouco mais livres, além de possibilitar o trabalho da imaginação e invenção de passos e sequências do próprio bailarino. Os movimentos, no entanto, são mais intensos e rápidos dependendo da coreografia. 

É bom se desafiar de vez em quando e mesmo quando a frustração bate por não se conseguir reproduzir um développé decente, sigo em frente porque eu sei que vai chegar uma hora que irei conseguir :)


Beijos!

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